RIO – Uma hora de atividade física moderada diária, como uma caminhada acelerada ou uma pedalada casual, seria o suficiente para compensar os malefícios à saúde trazidos por passar oito ou mais horas sentado durante o dia, rotina comum de muitos trabalhadores ao redor do planeta. A conclusão é de um estudo publicado esta semana na prestigiada revista médica “The Lancet” como parte de nova série especial que mostra o fardo global do sedentarismo tanto no bem-estar pessoal quanto na economia global.

Lançada às vésperas do início das Olimpíadas no Rio, onde milhares de atletas do mundo inteiro vão exibir os resultados de vidas dedicadas ao esporte, a série revisita o tema da inatividade – que aumenta as chances de desenvolvimento de diversas doenças como problemas cardiovasculares, cânceres e diabetes do tipo 2 e é apontada como fator de risco à saúde modificável tão importante quanto a obesidade e o tabagismo – quatro anos depois da publicação da sua primeira edição na revista, pouco antes dos Jogos de Londres em 2012, quando o sedentarismo foi apontado como uma “epidemia global” responsável por estimadas 5,3 milhões de mortes anuais.

Estudos mostram fardo global do sedentarismo para bem-estar pessoal e economia

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